Eita planeta cheio de coincidências, tornando-o cheio de pequenos mundos, ao mesmo tempo em que é imenso, sendo assim nossos dia a dia são odisseias..
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Mexa-se diferente - Feliz 2012 !
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Curiosidade!
Caso queira assitir, sugiro o link abaixo para baixar a versão completa.
http://www.documentarios.blog.br/2011/11/curiosidade-ep-01.html
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Capitalismo uma história de amor
Documentario Realistico e Polémico muito bom!
A um tempo atrás assisti ao filme polemico de Mike Moor, link abaixo, aliás tudo que trata deste cara é polemico, mas com fundamentos e ações pra trazer mudanças para melhor.
Ontem li este texto abaixo sobre a quanto anda os trabalhos de Mike Moor, vale a pena!!!!
Michael Moore: 1%
da Carta Maior
Amigos,Há 22 anos, que se completam nesta terça-feira, estava com um grupo de operários, estudantes e desempregados no centro da cidade onde nasci, Flint, Michigan, para anunciar que o estúdio Warner Bros, de Hollywood, comprara os direitos de distribuição do meu primeiro filme, “Roger & Me”. Um jornalista perguntou: “Por quanto vendeu?”
“Três milhões de dólares” – respondi com orgulho. Houve um grito de admiração, do pessoal dos sindicatos que me cercava. Nunca acontecera, nunca, que alguém da classe trabalhadora de Flint (ou de lugar algum) tivesse recebido tanto dinheiro, a menos que um dos nossos roubasse um banco ou, por sorte, ganhasse o grande prêmio da loteria de Michigan.
Naquele dia ensolarado de novembro de 1989, foi como se eu tivesse ganho o grande prêmio da loteria – e o pessoal com quem eu vivia e lutava em Michigan ficou eufórico com o meu sucesso. Foi como se um de nós, finalmente, tivesse conseguido, tivesse chegado lá, como se a sorte finalmente nos tivesse sorrido. O dia acabou em festa. Quando se é trabalhador, de família de trabalhadores, todos cuidam de todos, e quando um se dá bem, ou outros vibram de orgulho – não só pelo que conseguiu ter sucesso, mas porque, de algum modo, um de nós venceu, derrotou o sistema brutal contra todos, sem mercê, que comanda um jogo cujas regras são distorcidas contra nós.
Nós conhecíamos as regras, e as regras diziam que nós, ratos das fábricas da cidade, nunca conseguíamos fazer cinema, ou aparecer em entrevistas na televisão ou conseguíamos fazer-nos ouvir em palanque nacional. A nossa parte deveria ser ficar de bico calado, cabeça baixa, e voltar ao trabalho. E, como que por milagre, um de nós escapara dali, estava a ser ouvido e visto por milhões de pessoas e estava ‘cheio de massa’ – santa mãe de deus, preparem-se! Um palanque e muito dinheiro... agora, sim, é que os de cima vão ver!
Naquele momento, eu sobrevivia com o subsídio de desemprego, 98 dólares por semana. Saúde pública. O meu carro morrera em abril: sete meses sem carro. Os amigos convidavam-me para jantar e sempre pagavam a conta antes que chegasse à mesa, para me poupar ao vexame de não poder dividi-la.
E então, de repente, lá estava eu montado em três milhões de dólares. O que eu faria do dinheiro? Muitos rapazes de terno e gravata apareceram com montes de sugestões, e logo vi que, quem não tivesse forte sentido de responsabilidade social, seria facilmente arrastado pela via do “eu-eu” e muito rapidamente esqueceria a via do “nós-nós”.
Em 1989, então, tomei decisões fáceis:
1. Primeiro de tudo, pagar todos os meus impostos. Disse ao sujeito que fez a declaração de rendimentos, que não declarasse nenhuma dedução além da hipoteca; e que pagasse todos os impostos federais, estaduais e municipais. Com muita honra, paguei quase um milhão de dólares pelo privilégio de ser norte-americano, cidadão deste grande país.
2. Os 2 milhões que sobraram, decidi dividir pelo padrão que, uma vez, o cantor e activista Harry Chapin me ensinou, sobre como ele próprio vivia: “Um para mim, um para o companheiro”. Então, peguei metade do dinheiro – e criei uma fundação para distribuir o dinheiro.
3. O milhão que sobrou, foi usado assim: paguei todas as minhas dívidas, algumas que eu devia aos meus melhores amigos e vários parentes; comprei um frigorífico para os meus pais; criei fundos para pagar a universidade das sobrinhas e sobrinhos; ajudei a reconstruir uma igreja de negros destruída num incêndio, lá em Flint; distribuí mil perus no Dia de Ação de Graças; comprei equipamento de filmagem e mandei para o Vietnã (a minha ação pessoal, para reparar parte do mal que fizemos àquele país, que nós destruímos); compro, todos os anos, 10 mil brinquedos, que dou a Toys for Tots no Natal; e comprei para mim uma moto Honda, fabricada nos EUA, e um apartamento hipotecado, em Nova York.
4. O que sobrou, depositei numa conta de poupança simples, que paga juros baixos. Tomei a decisão de jamais comprar ações. Nunca entendi o cassino chamado Bolsa de Valores de Nova York, nem acredito em investir num sistema com o qual não concordo.
5. Sempre entendi que o conceito do dinheiro que gera dinheiro criara uma classe de gente gananciosa, preguiçosa, que nada produz além de miséria e medo para os pobres. Eles inventaram meios de comprar empresas menores, para imediatamente as fechar. Inventaram esquemas para jogar com as poupanças e reformas dos pobres, como se o dinheiro dos outros fosse dinheiro deles. Exigiram que as empresas sempre registassem lucros (o que as empresas só conseguiram porque despediram milhares de trabalhadores e acabaram com os serviços de saúde pública para os que ainda tinham empregos). Decidi que, se ia afinal ‘ganhar a vida’, teria de ganhá-la com o meu trabalho, o meu suor, as minhas ideias, a minha criatividade. Eu produziria produtos tangíveis, algo que pudesse ser partilhado com todos ou de que todos gostassem, como entretenimento, ou do qual pudessem aprender alguma coisa. O meu trabalho, sim, criaria empregos, bons empregos, com salários decentes e todos os benefícios de assistência médica.
Continuei a fazer filmes, a produzir séries de televisão e a escrever livros. Nunca iniciei um projecto pensando “quanto dinheiro posso ganhar com isso?”. Nunca deixei que o dinheiro fosse a força que me fizesse fazer qualquer coisa. Fiz, simplesmente, exatamente o que queria fazer. Essa atitude ajuda a manter honesto o meu trabalho – e, acho, ao mesmo tempo, que resultou em milhões de pessoas que compram bilhetes para assistir aos meus filmes, assistem aos programas que produzo e compram os meus livros.
E isso, precisamente, enlouqueceu a direita. Como é possível que alguém da esquerda tenha tanta audiência no ‘grande público’?! Não pode ser! Não era para acontecer (Noam Chomsky, infelizmente, não vai aparecer no Today View de hoje; e Howard Zinn, espantosamente, só chegou à lista dos mais vendidos do New York Times depois de morto). Assim opera a máquina dos meios de comunicação. Está regulada para que ninguém jamais ouça falar dos que, se pudessem, mudariam todo o sistema, para coisa muito melhor. Só liberais sem personalidade, que vivem de exigir cautela e concessões e reformas lentas, aparecem com os nomes impressos nas páginas de editoriais dos jornais ou nos programas da televisão aos domingos.
Eu, de algum modo, encontrei uma brecha na muralha e meti-me por ali. Sinto-me abençoado, podendo viver como vivo – e não ajo como se tudo fosse garantido para sempre. Acredito nas lições que aprendi numa escola católica: que se tens sucesso, maior é a tua responsabilidade por quem não tenha a mesma sorte. “Os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.” Meio comunista, eu sei, mas a ideia é que a família humana existe para partilhar com justiça as riquezas da terra, para que os filhos de Deus passem por esta vida com menos sofrimento.
Dei-me bem – para autor de documentários, dei-me super bem. Isso, também, faz enlouquecer os conservadores. “Você está rico por causa do capitalismo!” – gritam. Hummm... Não. Não assistiram às aulas de Economia I? O capitalismo é um sistema, um esquema ‘pirâmide’ que explora a vasta maioria, para que uns poucos, no topo, enriqueçam cada vez mais. Ganhei o meu dinheiro à moda antiga, honestamente, fabricando produtos, coisas. Nuns anos, ganho uma montanha de dinheiro, noutros anos, como o ano passado, não tenho trabalho (nada de filme, nada de livro); então, ganho muito menos. “Como é que você diz que defende os pobres, se você é rico, exatamente o contrário de ser pobre?!” É o mesmo argumento de quem diz que, “Você nunca fez sexo com outro homem! Como pode ser a favor do casamento entre dois homens?!"
Penso como pensava aquele Congresso só de homens que votou a favor do voto para as mulheres, ou como os muitos brancos que foram às ruas, marchar com Martin Luther Ling, Jr. (E lá vem a direita, aos gritos, ao longo da história: “Hei! Você não é negro! Você nem foi linchado! Por que está a favor dos negros?!”). Essa desconexão impede que os Republicanos entendam por que alguém dá o próprio tempo ou o próprio dinheiro para ajudar quem tenha menos sorte. É coisa que o cérebro da direita não consegue processar. “Kanye West ganha milhões! O que está a fazer lá, em Occupy Wall Street?!”. Exatamente – lá está, exigindo que aumentem os impostos a ele mesmo. Isso, para a direita, é definição de loucura. Todo o resto do mundo somos muito gratos que gente como ele se tenha levantado, ainda que – e sobretudo porque – é gente que se levantou contra os seus interesses pessoais financeiros. É precisamente a atitude que a Bíblia, que aqueles conservadores tanto exaltam por aí, exige de todos os ricos.
Naquele dia distante, em novembro de 1989, quando vendi o meu primeiro filme, um grande amigo meu disse o seguinte: “Eles cometeram um erro muito grave, ao entregar tanto dinheiro a um sujeito como tu. Essa massa fará de ti um homem perigosíssimo. É prova do acerto do velho dito popular: ‘Capitalista é o sujeito que te vende a corda para se enforcar a ele mesmo, se achar que, na venda, pode ganhar algum dinheiro.”
Atenciosamente,
Michael Moore
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Sorria você está sendo envenenado.
Batata é um dos alimentos que mais recebem agrotóxico, e todos os outros vegetais e tuberculos também possuem grande porcentagem de "veneno", no link acima constatei 5,2 litros per capito ano no brasil de defensivos agrícolas, vou assistir o vídeo até o fim para saber se pelo fato dos rebanhos comerem capim eles também está sujeito a está contaminação, estou pensando seriamente em não ser mais Onívero para virar só carnívoro..
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Coincidencias amorosas e termino.
Nos meus 17 anos, conheci em encontro de
jovens uma garota de 20 anos, em bairro distante do centro da cidade de BH, até
aqui nada de mais, só que depois em um belo sábado após aula de inglês, me
deparo com ela ao sair da mesma escola e mesmo horário que o meu, até ai tudo
bem, mas o surpreendente, nós caminhávamos os mesmos 800 metros mostrados na imagem
abaixo.
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| Trajetória que repetia nas voltas das aulas, fazendo sol ou tempo ruim, alias como era bom compartilhar o guarda chuva. |
Ela ia para o único ponto de ônibus que
levava direto para o bairro dela, o local coincidentemente era na porta do prédio
que meus avôs moravam e onde eu almoçava aos sábados após curso de inglês. E
assim foram por dois meses, até que após seis caminhadas nesta trajetória, convidei-a
para picolé na praça da liberdade, e lá ocorreu o primeiro beijo, próximo ao
jardim dos chafarizes.
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| Pç da Liberdade, jardim do chafariz. |
Foram quase dois anos de namoro, no mês do
termino, no mesmo local em que começamos o namorar a prefeitura por total
coincidência colocou uma placa com a música travessia de Milton Nascimento
(foto abaixo):
![]() |
| Placa de vidro, refletindo os chafarizes e com a letra: |
Forte eu sou mas não tem jeito, hoje eu tenho que chorar
Minha casa não é minha, e nem é meu este lugar
Estou só e não resisto, muito tenho prá falar
Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto, vou querer me matar
Vou seguindo pela vida me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte, tenho muito que viver
Vou querer amar de novo e se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço com meu braço o meu viver
Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto, vou querer me matar
Estatisticamente bem improvável ocorrer todas
estas coincidências, após estes acontecimentos parei de procurar todos os porquês
da vida, comecei a ver que viver vale mais do que qualquer compreensão.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Coincidência tecnológica, assista e veja como carrapicho, velcro e CVT são parecidos
Continuando os meus relatos, posts sobre assuntos em que vejo como a coincidência, estar no lugar certo na hora certa, esta é a receita do sucesso, fazendo parte do dia a dia e da evolução...
AH! MAS NESTE CASO DO CVT E MUITOS OUTRAS DESCOBERTAS CIENTÍFICAS, É CLARO QUE EXISTI MUITO ESFORÇO E INSISTÊNCIA...
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Coincidência "secreta" no WTC
Li esta reportagem na revista "Isto é",
matéria sobre os 10 anos pós atentado de 11 Setembro 2001, fiquei
bem impressionado com a coincidência mostrada nesta parte abaixo que não
pude deixar de "colar". O cara era muito cara de pau. Me fez lembrar o velhinho traficante que foi engolido pela obra do metro de SP.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Mundos que se encontram...
Este post é o primeiro de uma série que irá retratar pequenas/grandes coincidências que fizeram a diferença, seja na minha vida, na ciências, no dia a dia (por exemplo no 11 de Setembro de 2001) e por ai vai, alias o titulo deste blog é a ideia de mundos que se encontram, hoje por exemplo digitei "meu" blog, porém esqueci do "r", e olhe o que encontrei http://www.gapereira.blogspot.com/ , uma belorizontina também.... Ha! isso serviu de pretesto para "startar" minhas historias de coincidências...logo virão!!!
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Luzes de alerta do painel no carro acessas, também ocorrem em nossas vidas.
Coisas tão simples, básicas que, se prestarmos atenção, podem mudar a nossa vida.
Prestar atenção, ouvir e estar disposto a agir.
Ás vezes um simples gesto, uma pausa, uma gentileza, um sorriso, uma ajuda transforma tudo, Eu já trabalhei muito nestas jornadas subhumanas e foi ótimo para perceber que não vale a pena. Agora deixo o trabalho para o outro dia, mantendo o foco é claro, produzo melhor do que ficar horas e horas depois do expediente. Além disto, todos, sem exceção, somos substituíveis no trabalho, se mudar o time interio, pode crer, a empresa não fecha as portas. Então? Sugiro darmos mais atenção aos sinais, às pessoas ao redor, às necessidades próprias e na medida do possível, prestar atenção nos outros, estando disponível para ajudar, nem que seja com um sorriso, com gentilezas, com otimismo e boa energia.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Os mitos e verdades sobre a classe C
Para André Torretta, da consultoria A Ponte Estratégia, as empresas ainda não sabem como vender para a nova classe média brasileira.
MUITO BOA A REPORTAGEM ACIMA.
MUITO BOA A REPORTAGEM ACIMA.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Capitão America 3D
Fiz até um filme sobre o que os direitos autorais geram.... hehehe...
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Verdades
"Até hoje, eu não vi país rico sem indústria. Riqueza mesmo se faz com calo e inteligência". Jorge Gerdau”
Fiquei com esta frase na cabeça a semana inteira.
Realmente quando saiu desta mentalidade de fazer acontecer de Jorge Gerdau, na minha visão de engenheiro vejo que este é o caminho, não tem outra saida...
Hoje completei a ideia como o texto abaixo que recebi via facebook.
Afaste de si o veneno da lisonja.
Não creia naqueles que o elogiam sem motivo.
Prefira ouvir uma crítica honesta, a um galanteio vazio.
A crítica aos nossos atos poderá trazer-nos o alerta de que necessitamos para corrigir-nos.
O elogio fácil nos amolece e ilude.
E nada existe de mais frágil que uma criatura iludida a seu próprio respeito.
domingo, 29 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Preço da gasolina: mitos e verdades
![]() |
| Imagem retirada do blog da petrobras mencionado abaixo. |
domingo, 24 de abril de 2011
São Paulo em feriado: selva de pedra interessante.
De supetão na quinta-feira passada, 21 de Abril, realizei vontades turísticas na capital paulista, que a muito queria, tudo na região que aparece na imagem abaixo. Primeiramente fui ao Ibirapuera, que estava lotado, tinha "congestionamento" de atletas de final de semana..hehehe.
Depois fui a caça do bar Assembléia que fica lá perto do parque, eu tinha poucas informações sobre o local, sendo a minha refrencia o prédio da IBM e para minha surpressa localizei-me razoavelmente fácil, no bar/restaurante comi um prato executivo de primeira qualidade por R$ 19,0 (existem diversas opções: bife a cavalo, frango a milanesa etc), qualquer pedida lá não tem erro, o melhor é que cheguei as 14h e tinha mesa disponível e atendimento perfeito.
Após encher a barriga, segui até a av. Faria Lima, para cafezinho no Octávio café, grande estabelecimento, preço um pouco abaixo do Starbucks, mas muito mais surpreendente, por exemplo, as instalações (prédio e móveis) quase tudo inspirado no formato e cores do grão de café. Eu soube deste lugar por pesquisa que realizei sobre este grão energético, para meu trabalho de MBA que fiz a 2 anos, meu projeto era abrir um cafeteria em parque histórico aqui de São Jose dos Campos e desde esta época queria realizar este estudo de campo, cumpri esta visita tardiamente, mas valeu muito a pena, minha percepção do lugar superaram minhas expectativa almejadas :O). Após café fui ver o por do sol:
Está foto foi tirada no bar Skye, fica no hotel Unique (projetado pelo consagrado arquitedo paulista Ruy Ohtake) este local abre as 18h para não hospedes, minha dica é chegar um pouco antes tomar uma Cerveja no lobby do hotel, 10 reais longneck, e ficar vendo os livros que ficam também neste ambiente, outra dica e parar o carro na rua pois eles cobram vintão para o serviço de manobrista, este bar fica localizado na cobertura do hotel na av. Brigadeiro Luiz Antonio, onde é possível visualizar os prédios da Avenida Paulista.
Tudo foi muito bom, mas nada seria tão divertido se não você a companhia desta paulistana, Andréia (foto abaixo), amiga de casal amigo meu, que após 5 anos consecutivos na Inglaterra voltou para SP.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Números
Me entreti bastante com números mês passado, primeiramente por causa de um passa tempo que minha mãe adquiriu por R$ 69, um jogo sem tabuleiro, misto de dominó e baralho, com o nome de "Rummikub", a aquisição foi para exercitar mais a cabeça, meu irmão médico aconselhou para minha mãe, junto com chá verde, diz ele que é para reduzir a chance dela ter Alzheimer, doença que minha finada avó nos 5 últimos anos de vida desenvolveu...
A outra interação com os números é o livro "O livro dos Números" peguei emprestado com amigo, ele é leitor vidrado, e mesmo sendo formado em Comunicação, colocou este livro no TOP 10 das leituras dele no ano passado, mistura a historia da matemática com as histórias das vida e época da existência dos grandes descobridores dos cálculos, relações geometricas e interações numéricas!! Tudo muito bem ilustrado e por menos de R$ 50 com capa duro e papel encorpado...
A outra interação com os números é o livro "O livro dos Números" peguei emprestado com amigo, ele é leitor vidrado, e mesmo sendo formado em Comunicação, colocou este livro no TOP 10 das leituras dele no ano passado, mistura a historia da matemática com as histórias das vida e época da existência dos grandes descobridores dos cálculos, relações geometricas e interações numéricas!! Tudo muito bem ilustrado e por menos de R$ 50 com capa duro e papel encorpado...
domingo, 17 de abril de 2011
FEIRA NA CIDADE DO RJ
Semana passada estive na LAAD (www.laadexpo.com.br). Fiquei admirado com esta máquina russa (foto acima), trata-se do helicóptero Mi-35M, me informaram que serão 12 na FAB, sendo que 6 chegaram em 2010 e estão na ativa, são muito versáteis para combate a traficantes na região amazônica e no nordeste, o melhor é que possuem ótimo custo benefícios para as forças armadas, mas o melhor mesmo na feira foi o stand da Sukhoi (empresa russa que fabrica caças), com maquetes dos seus modelos mono e bi posto, que graças a presidente Dilma, voltarão a fazer parte da concorrência na aquisição dos 36 caças, os F-2X para a FAB, o que talvez ocorra ano que vem.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Sorte ou Azar? Quem espera pela sorte, anda junto com o azar
A mais de dez anos conheci o texto abaixo, na época era contada como sendo um menino americano, o importante é que a lição continua a mesma, mesmo tento sido superada a economia americana pela chinesa, deve ser por isso que contam assim hoje. hehehe..
Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada, do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro. Justamente nesse dia, passou na rua em que ele morava uma cavalaria levando um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho.
Exultante, o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: “Seu filho é de sorte!” “Por quê?”, perguntou o pai. “Ora”, disse ele, “seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, comentou o pai.
O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: “Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, repetiu o pai.
O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: “Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens.” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, responde novamente o pai.
Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: “Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna.” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, insiste o pai.
Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: “Seu filho é de sorte!”
Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.
Em geral as pessoas atribuem o sucesso ou fracasso à sorte ou à falta dela. É uma maneira de pensar que simplesmente bloqueia a criatividade, a inovação, a ação diante dos desafios oferecidos pela vida.
Em geral as pessoas atribuem o sucesso ou fracasso à sorte ou à falta dela. É uma maneira de pensar que simplesmente bloqueia a criatividade, a inovação, a ação diante dos desafios oferecidos pela vida.
“Quem espera pela sorte, anda junto com o azar"


















